Um Obama que merecia, um McCain que não merecia
A vitória de Barack Obama mostra, uma vez mais, a superioridade das populações costeiras norte americanas, quer estejam no Atlântico, no Pacífico ou nos Grandes Lagos.
A vitória de Barack Obama é um sinal claro que, quando muito é mal feito, a mudança, dentro do sistema, é desejada e possível. Em português cru, há um preto que manda no mundo. E isto é bom. É bom para acabar com ideias velhas, é bom para o equilíbrio social, é bom porque mudar a cor de pele vai mudar o comportamento do mundo inteiro.
McCain, o derrotado, não merecia tal derrota, e faz desejar que há oito anos tivesse sido ele. É um bom homem, um liberal, uma pessoa que nunca se conformou com os neocons nem com a parafernália dos imbecis que polulam as fileiras republicanas.
Claro que só existe Obama porque existiu Bush. Se McCain estivesse a acabar o seu mandato agora, com um qualquer vice-presidente ao lado, Obama não tinha sido eleito. Era Hillary a vencedora de ontem. Porque é das grandes raivas que nascem as grandes revoltas.
Obama tem agora de provar que tudo o que disse era verdade. McCain desaparece na história com honra e erguido.
Eis os discursos fundamentais da noite.







5/11/08
Ó João:
"A vitória de Barack Obama é um sinal claro que quando muito é mal feito a mudança, dentro do sistema, é desejada e possível"
Isto é português?
ainda estavas a dormir, não?
5/11/08
quer dizer, eu percebo o que queres dizer mas está assim um bocado tipo naquela...
Ah,e o MacCain não é um gajo bom, não senhor! É um rambo frustrado sedento de poder e de guerra.
5/11/08
ok, são duas vírgulas, tem toda a razão